sábado, 7 de novembro de 2020

O Gordon Ramsay da minha rua

Eu sou um pisco a comer!, faço-o apenas para repor energias. É uma pura obrigação orgânica: manda-o o corpinho. Assim sendo, deleito-me com pouco - por vezes, apenas a sugestão de uma iguaria me é bastante...
Contudo, por mera solidariedade para com quem enfrenta esta pandemia de tasca aberta, acabei a recordar a mítica Tasca d'Alice e a cabidela da qual apenas comi um asinha do frango!; ou a Moura, Alheira , Morcela  ou Carne na Panela...


Recordo, também, Sabores do Alvão, para onde sempre sou levado contrariado; o que eu quero é caminhar, o contacto com a natureza, o odor a primavera, o canto das aves; chega-me uma barrita de cereais e uma peça de fruta...
Cabrito, Posta, Salpicão, Queijo com Marmelada: respeito quem aprecie, mas para mim é demasia pois sou um pisco a comer!

Como não tenho andado por terras de Alvão, aprecio juste un peu, outros sabores mais próximos e apenas por desenfado por perto de casa; não seria coisa para me deslocar expressamente...

Agora, para homens: PORCO tratado com pinças, desvelo e carinho. A alta costura das carnes fumadas ao serviço do único animal verdadeiramente verde: - 100% reciclável. 

Fuck Colestrerol!, o mundo ideal seria PORCO: o amor seria PORCO; a felicidade seria PORCO, a paz seria PORCO; o sexo seria PORCO; a Super Bock em julho seria PORCO.

E eu, para ser perfeito, seria PORCO.

CHARCUT BAR: o 6º sentido não engana e manifesta-se na natural reposição da ordem universal das coisas do bem: pastrami; queijo coalho; torresmo com limão; morcela com doce (jamais o rude pulsar dos meus instintos iria perceber esta combinação !!!!!!!!!!!!!!!); alheira, feijoada... 

Pastrami

Morcela com geleia e croquetes bons para caramba 
(fotos de MJM)
 


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