O Rei voltou e o séquito de admiradores entupiu as artérias da cidade
grande e lançou a confusão na urbe; derreados pelo esforço titânico de mais uma
expedição além Douro, além Ave e além Cávado; quase, quase, além Taprobana, os
fantásticos bravos sucumbiram ao fero ataque dos indefectíveis abrasileirados
montados em pluricoloridas e multiformes bestas de aço rodante, assemelhando
hordas de vândalos, chusmas de infiéis, paletes de mau gosto.
Espiritualmente arraçado de
cigano, o escriba não se coibiu de ferrar o galho - ainda que por breves
instantes – alapado no cadeirame impessoal da costumeira besta andante que
nestas ocasiões lhe transporta o coiro
à laia de boleia, enquanto o magote festivo aliviava as ruas e adjacentes ao
trote do Calhambeque.
Que fraco galardão para tão
excelsa demanda!
De olhinhos cheios (ainda que
fechados, recorde-se...), se fazem as memórias do passeante; anos que hão de
virem, pelo correr dos séculos e mais ainda, muito mais: séculos de séculos
permanecerão aquelas serranias absurdas no tamanho e composição a encher a alma
de outros passeantes – isto, se os houver, claro está!
Próximos capítulos em breve!
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