É desbragada a pouca vergonha!
Síntese, para não perder o pé: um comentadeiro habitual na jornada televisiva dos domingos abeirou-se ao precipício do ridículo e, impante, deu o passo em frente - mau grado haver sido apenas em sentido figurado: pouco se perderia e nada havia de restar.
O Coiso, assim chamado por desmerecer apodo mais simpático, até já foi ministro da República portuguesa: " - Pai, sou ministro!" - , portanto, com responsabilidade na governação do País - leia-se Portugal, e não Lisboa.
O Coiso, arvorado em reserva da consciência moral e bons costumes lusos, botou faladura...e disse merda!
Dado o arrojo do discurso - entendido à mais sublime idiotice -, julguei a existência de ondas de choque, maremotos, tsunamis; contudo, apercebo-me, agora, 3 semanas volvidas, que as mesmas não passaram de um marzinho flat, ódio supremo do surfista; um pãozinho sem sal, uma coca-colinha sem gás; um peidinho de bebé.
Talvez ninguém veja o "Espaço de Comentário" do Coiso; ninguém ouça o Coiso; ninguém considere o Coiso - daí a ausência de ondas de choque, carneirinhos - que fosse - no mar calmo e sereno que é o nosso Portugal.
Convido à leitura da crónica do Valter Hugo Mãe na revista do Jornal de Noticias, de 28 passado
https://www.noticiasmagazine.pt/2021/serralves-e-a-edp/cronicas/cidadania-impura/269288/
e riam-se à fartazana, soltem a burra, apreciem e sublinhem o ridículo das considerações do Coiso sobre Serralves.
E divulguem, muito; dispersem o Coiso, coisinha ridícula.
O grave; e triste; e medonho; e pavoroso; e dantesco, é que o Coiso são muitos!
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