Boas novas nos chegam do Ilustre decano: SARAVÁ!, Pereira da Silva! SALVE!, o exemplo de inquietação e mobilidade que quero para mim.
O Ilustre, por terras de Vilarinho da Samardã que acolheu o truculento Camilo Castelo Branco, um dos meus eleitos
"Nesta Samardã passei eu os descuidos e as alegrias da infância, na companhia da minha irmã, que ali casou, e aquele padre António de Azevedo, alma de Deus, missionário fervoroso, que me podia ensinar tanto latim, tanta virtude, e só me ensinou princípios de cantochão, os quais me serviam de muito para as acertadas apreciações que eu fiz depois das primas-donas. Bem se via que eu tinha a prenda. Aquele santo homem ignora que eu escrevo novelas, nem cuida que a humanidade gaste o seu dinheiro e tempo a ler histórias estranhas à salvação."
(In Memórias do Cárcere)
Um esteio a pedir meças a outro esteio! Não te cuides, Geodésico, não te cuides...
Como pãezinhos a sair quentinhos pela boca do forno, outro colaborador que se apresta a motivar-nos com a sua sugestão pictográfica: o dinamizador de andanças peripatéticas, conhecer pelo contacto, abraçar o meio.
Contudo, esta é, claramente!, um foto de estúdio: é por demais evidente a falha no chroma key... Boa tentativa, mas continuámos à espera de novas rotas.
São infindáveis as histórias sobre seres fantásticos habitantes das profundezas que, dominando as florestas e os caminhos e os rios, criam atalhos subterrâneos que lhes permitem desaparecer num ápice e aparecer mais à frente iludindo, assim, a vigilância dos perseguidores. Olhando para aquele início de túnel que começa a formar-se a meio do tronco de árvore carcomido, entendo, agora, súbitas aparições da Maria José, lá longe, já a meio da encosta, quando ainda há pouco passei impante por ela. Vou ficar atento...
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