“Em Janeiro de 1969
António Campos desloca-se a Vilarinho das Furnas para filmar os últimos dias
desta aldeia comunitária.”
Curioso como sinto o mesmo, hoje: a urgência de captar sobre
a inclemência do tempo.
Aqui, http://www.jornalmapa.pt/2013/11/13/morreu-vilarinho-das-furnas-sob-o-manto-de-agua-que-lhe-deu-a-vida/
, tantas coisas que não vemos, já erodidas pelos anos, mas que se pressentem na
rudeza com que se apresenta o meio que nos envolve; quase se adivinha, num jogo
de palpite e efabulação, a vivência da aldeia igual, por semelhança, a tantas
outras vivências espalhadas pelo país.
O filme tem pouco mais de 1 hora, mas é um documento
magnífico.
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