Ou, isto anda tudo ligado e as teorias da conspiração fazem sentido (curiosamente, o que fez sentido foi a teoria da constipação; mas nada de tão grave que a mézinha caseira de aguardente e mel não curasse – pois: se até alevanta mortos!); ou, o país é mais pequeno que uma paróquia.
Inclino-me, sem cair, para a 2ª hipótese. As teorias nunca foram o meu forte.
Mas voltemos à
personagem principal, que para isso estamos cá: dar notícia do que
espanta o citadino nestas terras de pedra. Fá-lo-ei, contudo, em
modo fw, à laia de manuseamento de leitor de cassetes,
apressando o correr da fita em busca do início daquela música
especial que não cansamos ouvir (bolas!, usei o tempo presente?!?!?!
O que se passa comigo?).
Encontrada a calçada que
vencia a encosta, a custo que por estas bandas não se brinca, upa!,
upa! pés a caminho que para trás fica o morto – inventei agora,
mas acho que tem certo je ne sais quoi de dito popular (Ok!:
popularucho). Garbosos no palmilhar, pedimos meças a qualquer
aventureiro de Everest, tratador de crocodilos, ou caça-fantasmas.
Não há escolhos no caminho, perigo na travessia ou avantesma que
nos atrase. E assim foi, não houvéssemos esperado pelo Sr. Armindo
da Carvalha, e ele nunca nos teria alcançado: cumpridos que estavam
dois terços da subida, decidimos pasmar paisagem e aguardar a
ceagada custosa do pobre homem, mai-lo seu rebanho. Com os bofes pela
boca, tememos pela sua saúde!
(cont.)
Sem comentários:
Enviar um comentário