sábado, 4 de abril de 2020


Tenho uma panca por revistas! Números especiais, exemplares  temáticos, matérias de interesse, antigas, actuais...tenho-as às centenas! São milhares e milhares de entradas a assuntos que me interessam: da história à literatura; das viagens à grande informação; das artes aos regionalismos, e, então, se acrescentar centenas de recortes de jornais e outros, surge o imponente DILEMA - quando irei devorar toda esta a informação?


Sempre que vou em busca de alguma informação específica sou assoberbado por toneladas e toneladas - alguém diria "paletes" -  de informação que, acabo por reparar, não cuidei de buscar noutras situações anteriores semelhantes. 
Adaptando ao contexto, diria ser uma "montanha" de informação, ou, melhor: uma cordilheira.

Revista Fugas, suplemento do Público, aos sábados, com  uma matéria sobre as brandas do alto Minho; em destaque, a branda de Santo António de Vale de Poldros.


Quando descubro uma peça de jornal ou revista sobre qualquer um dos lugares que já percorri, rapidamente a memória me transporta através de uma amálgama de emoções baseada, sobretudo, na gratidão devida pela possibilidade de poder fazer isto que faço: partir em busca da surpresa que ainda me causa este país.

Notícias Magazine, suplemento do J.N. aos domingos, com uma peça excelente sobre a difícil e ancestral rivalidade das gentes das povoações da Serra de S. Macário com o lobo.   



Antes do confinamento obrigatório, um dos últimos locais por onde espalmei as solas, aqui trazido pelo Fugas numa matéria sobre as Montanhas Mágicas:

https://www.publico.pt/2018/03/17/fugas/reportagem/nao-e-so-a-paisagem-que-faz-com-que-estas-montanhas-sejam-magicas-1806883


Encontrar conhecidos não é o mais normal, mas também acontece.

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